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Maconha: industria do vício

Legalizar o uso da maconha cria mais uma "indústria do vício" e, ainda, não ajuda a acabar com o tráfico, afirma Kevin Sabet, 35, especialista norte-americano que integrou a equipe de controle de drogas do governo de Barack Obama. Para ele, a politização do "tema da moda" mascara o impacto da droga na saúde pública, cujo consumo cresce entre adolescentes,diz Sabet em termos de efeitos, também temos de pensar, seja em relação à maconha e outras drogas como cigarro e até mesmo álcool, no futuro da nossa força de trabalho. Que tipo de trabalhadores e estudantes queremos? É claro que não queremos promover o uso de cigarros para nossos estudantes, mas se você vai para a escola e é fumante, a sua cognição não é diminuída, você ainda consegue aprender. Você não vai ter câncer de pulmão amanhã. Mas no caso da maconha é diferente. Ela prejudica a pessoa em termos de aprendizado, memorização, atenção, motivação. .A revista Veja, edição de 13 de novembro de 2013, trouxe uma reportagem sobre a liberação da maconha em muitos estados americanos,23 estados. Vejamos: "A maconha é a substância ilícita mais popular do mundo. O número total de usuários chega a 200 milhões - o equivalente à população brasileira. O impacto da Cannabis na saúde humana é bem conhecido. O uso frequente da droga aumenta o risco de uma pessoa sofrer esquizofrenia, depressão, ansiedade e perda de memória, além de haver indícios de que esteja relacionada a diversos tipos de câncer. Mesmo admitindo esses efeitos negativos, as autoridades de muitos estados americanos e de países como o Uruguai tornaram legais sua produção, comercialização e uso. A justificativa foi a de que essa medida tornaria o narcotráfico desnecessário e, assim, se daria um fim aos crimes associados àquela atividade. A partir de 2014, quem tiver mais de 21 anos de idade poderá comprar cigarros, refrigerantes, concentrados, chás, barrinhas, biscoitos, bombons, limonadas e

balas - tudo feito com maconha". A primeira dúvida que surge é como se dosa o uso "recreativo da maconha"? Qual a dose que para uma pessoa é recreativa e para outra não? Quem assumiria a venda da Cannabis.

Em um outro trecho da reportagem, encontramos alguns efeitos nocivos da maconha: eleva em 2,5 vezes o risco de câncer de boca ou garganta; em 8% a probabilidade de câncer de pulmão; em 5 vezes o risco de um ataque cardíaco na primeira hora após o uso; em 2 vezes a probabilidade de câncer de testículo. Se acharam pouco, prestem atenção nesses outros números: a maconha aumenta em 3,5 vezes a probabilidade de esquizofrenia; em 2 vezes a incidência de depressão; em 5 vezes os transtornos de ansiedade e em 4,2 vezes a fobia social.
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