Uma das questões mais preocupantes para o mundo, na atualidade, é a quantidade de água disponível tanto para a vida humana, quanto para a economia. Os governos através de seus marketings caros apontam o desperdício e a falta de preces a São José como culpados pela crise hídrica.
Pra se ter uma ideia, a comunidade de Riacho das Pedras, cerca de 40 km da sede de Santa Quitéria, recebe em média 34 carros-pipas d´água por mês, e como contrapartida, exige dos moradores racionamento (o que considero também necessário), mas ao mesmo tempo, os governos federal, estadual e municipal apoiam o desvio de 125 carros-pipas por hora para a Mina de Itataia, sem qualquer perspectiva de racionamento.
É a gota d´água! Dados mostram que o agronegócio, grandes fazendas que produzem para a exportação, gastam em média o dobro de água em relação à agricultura familiar, devido a técnicas de irrigação em massa. O agronegócio ainda gera poucos empregos e é responsável por menos de 30% da comida que chega à mesa do brasileiro. A verdade é que estão transformando água em mercadoria, deixando na mão dos grandes capitalistas a decisão de dar ou não acesso à água tratada às pessoas, em especial, os mais pobres.
No meio de uma crise de água como essa, era o momento do governo Fabiano Lobo e sua bancada de vereadores pedirem desculpas a todos os quiterienses pelo apoio que tem dado ao Consórcio Santa Quitéria, e de fazer uma autocrítica e ficar do lado do povo.
Se o prefeito realmente se importasse com a falta de água, e com a população quiteriense, era esse o
momento de fazer os investimentos necessários para que avancemos nas políticas agrícolas e trabalhe para dar acesso à água potável para a maioria da população do campo e não lucros para meia dúzia de empresários.
Falta acesso a água para agricultura familiar e saneamento para a esmagadora maioria dos cidadãos quiterienses. Só o tempo perdido por uma pessoa para conseguir água de mínima qualidade pode chegar a 2 horas por dia em várias partes do município. Essas mazelas já são assustadoras do ponto de vista social, mas elas têm implicações igualmente graves para a economia. Não é de espantar o baixo crescimento da nossa economia.
A água é para quem precisa, assim como a terra é para quem planta. Assim, fazendo uma ampla reforma agrária e investimentos na agricultura familiar, além de diminuir a desigualdade social e frear o êxodo rural que incha as periferias das grandes cidades, economizaríamos até 35% da água. Mas ao invés disso, os governos estão fazendo suas alianças, seus acordos, seus discursos e seus conchavos que nada diz que não tenha sido testado. É o mais do mesmo de sempre!
Lisieux: Distrito órfão está disponível para adoção!
Arrastão em Lisieux: Já são em torno de 50 celulares e várias motos tomadas.
Greve nas universidades estaduais, os Ferreira Gomes e outras coisas
Braguinha, Prefeito Tóxico: A favor da Exploração da mina de Itataia.
FISCALIZE o seu Nome
Com calote e dívidas, fabrica de Lisieux leva esperança num caminhão.
Joel e Cerinha, pra vereador eles não....... 


