Vivemos num período marcado por uma clara inversão de valores. A empatia anda em baixa. O ser humano parece imerso em um abismo de egoísmo, no qual não é aceitável ficar para trás, ser o segundo lugar. Todos querem vencer, cada um quer seu lugar à sombra (já que, dizem, o sol é para todos e a sombra para os que a conquista). Competição e vitória são as palavras de ordem. Onde vamos chegar com esta competitividade toda? É saudável para nós, humanos, como espécie? É possível uma vivência diferente? Como podemos chegar a um patamar maior de cordialidade, fraternidade, sororidade, empatia?
O que significa ter empatia? Podemos defini-la como a capacidade de entender o sentimento ou a reação de outra pessoa, imaginando-se na mesma situação, nas mesmas circunstâncias. Neste século, porém, o que parece estar em voga é o ato de sobressair-se, não pensar na necessidade do outro, não preocupar-se com o outro, pôr-se, sempre, independente das circunstâncias, em primeiro lugar. Aquele ou aquela que pensa nos seus pares, que pratica o altruísmo, é tido como “besta”. Chega a aparentar ser fraqueza colocar os interesses coletivos em primeiro lugar.
O fato é que, como humanos, só chegamos até aqui porque, em momentos cruciais, nos organizamos em grupo. Somos essencialmente gregários. Nossos filhotes são frágeis em relação a outros seres da natureza. Um bebê humano é incapaz de se mover sozinho, imagine alimentar-se. Não, não consegue. O bebê humano precisa de cuidado e atenção constante. O que nos faz, agora, relativamente poucos anos depois que conseguimos nos erguer e andar sobre duas pernas, agirmos de maneira aparentemente involutiva?
O que significa ter empatia? Podemos defini-la como a capacidade de entender o sentimento ou a reação de outra pessoa, imaginando-se na mesma situação, nas mesmas circunstâncias. Neste século, porém, o que parece estar em voga é o ato de sobressair-se, não pensar na necessidade do outro, não preocupar-se com o outro, pôr-se, sempre, independente das circunstâncias, em primeiro lugar. Aquele ou aquela que pensa nos seus pares, que pratica o altruísmo, é tido como “besta”. Chega a aparentar ser fraqueza colocar os interesses coletivos em primeiro lugar.
O fato é que, como humanos, só chegamos até aqui porque, em momentos cruciais, nos organizamos em grupo. Somos essencialmente gregários. Nossos filhotes são frágeis em relação a outros seres da natureza. Um bebê humano é incapaz de se mover sozinho, imagine alimentar-se. Não, não consegue. O bebê humano precisa de cuidado e atenção constante. O que nos faz, agora, relativamente poucos anos depois que conseguimos nos erguer e andar sobre duas pernas, agirmos de maneira aparentemente involutiva?
Existem fatores que se somam para que isso aconteça. Humanos não são apenas instinto e natureza, como foi outrora. Somos inteligência, somos culturalmente desenvolvidos. Muito do que fazemos é fruto justamente das interações sociais. Ainda tememos o diferente. Ainda somos avessos ao que não é igual ao que pensamos ser o “normal”, o “certo”, o “verdadeiro”. Entre aspas sim, porque embora alguns afirmem o contrário, a depender da cultura de uma civilização, o certo aqui pode ser o errado de lá. Lembremo-nos que há algumas décadas ser canhoto era sinônimo de ser execrado da sociedade. É nossa tendência ajudar somente aos que estão nos circundando. Costumamos ser tolerantes com os erros que nós também cometemos ou com os que nossos pares cometem, porém cruéis e impiedosos quando julgamos quem está fora do nosso círculo.
Para que mudanças possam ocorrer é preciso acreditar que é possível criar relações diferentes, inclusivas, onde todos ganham. É preciso ter em mente novos paradigmas para que isso aconteça. É necessário esforço conjunto. Mazelas como exploração, corrupção e preconceitos só podem ...
ser superadas com a participação de todos e de todas. É necessário que as pessoas, especialmente as novas gerações sejam educadas para a empatia, que aprendam se colocar no lugar do outro, que o coletivo seja posto em relevância. Obviamente essas não são conquistas rápidas, é um trabalho para muitas décadas, possivelmente séculos. Mas os primeiros passos precisam ser dados. Que tal se fosse agora?
Para que mudanças possam ocorrer é preciso acreditar que é possível criar relações diferentes, inclusivas, onde todos ganham. É preciso ter em mente novos paradigmas para que isso aconteça. É necessário esforço conjunto. Mazelas como exploração, corrupção e preconceitos só podem ...
ser superadas com a participação de todos e de todas. É necessário que as pessoas, especialmente as novas gerações sejam educadas para a empatia, que aprendam se colocar no lugar do outro, que o coletivo seja posto em relevância. Obviamente essas não são conquistas rápidas, é um trabalho para muitas décadas, possivelmente séculos. Mas os primeiros passos precisam ser dados. Que tal se fosse agora?
PS: A imagem que ilustra o texto é do filme
Distrito 9 (no original District 9), lançado em 2009, que faz referência à
desigualdade social promovida pelos preconceitos mais comuns entre os humanos.
Deixo como sugestão para que assistam e reflitam sobre.
Lisieux: Distrito órfão está disponível para adoção!
Arrastão em Lisieux: Já são em torno de 50 celulares e várias motos tomadas.
Greve nas universidades estaduais, os Ferreira Gomes e outras coisas
Braguinha, Prefeito Tóxico: A favor da Exploração da mina de Itataia.
FISCALIZE o seu Nome
Com calote e dívidas, fabrica de Lisieux leva esperança num caminhão.
Joel e Cerinha, pra vereador eles não....... 


