Arco-íris e muita polêmica inundaram uma das mais utilizadas redes sociais do planeta, o Facebook. A iniciativa foi adotada, inclusive, pelo idealizador da rede, Mark Zuckerberg. A ideia surgiu depois que a Suprema Corte Norte Americana declarou legal o casamento homoafetivo em todo o território daquele país (antes era legal em apenas alguns Estados). No Brasil, o Conselho Nacional de Justiça já reconhece a união entre pessoas do mesmo sexo desde 2013. Por que então a manifestação virtual está sendo adotada em nosso país?
Nos últimos anos os direitos das pessoas LGBT ganharam espaço. Esses direitos foram conquistados com luta pela visibilidade e pelo reconhecimento de que, antes de quaisquer rótulos, somos humanos, cidadãos de direitos. As lutas não são por privilégios, mas pela legitimação daquilo que, para as pessoas que vivem dentro de determinadas “normas sociais”, já é direito garantido.
Obviamente, as pessoas privilegiadas de alguma forma (ainda que não percebam) com o status quo anterior sentem-se ameaçadas. A cada avanço em um direito de uma minoria identitária pode provocar insegurança nos que se beneficiam do paradigma dominante.
Nos últimos anos os direitos das pessoas LGBT ganharam espaço. Esses direitos foram conquistados com luta pela visibilidade e pelo reconhecimento de que, antes de quaisquer rótulos, somos humanos, cidadãos de direitos. As lutas não são por privilégios, mas pela legitimação daquilo que, para as pessoas que vivem dentro de determinadas “normas sociais”, já é direito garantido.
Obviamente, as pessoas privilegiadas de alguma forma (ainda que não percebam) com o status quo anterior sentem-se ameaçadas. A cada avanço em um direito de uma minoria identitária pode provocar insegurança nos que se beneficiam do paradigma dominante.
No Brasil, temos observado um movimento crescente de um grupo fundamentalista religioso que se opõe veementemente aos avanços e conquistas dos m.ovimentos LGBTs. Este grupo, inclusive, tem diversos representantes em partidos políticos, atuando nas diferentes esferas, se destacando pela atuação controversa no Congresso Nacional. Tais personagens usam como linha de frente suas crenças religiosas para barrar avanços civis dos grupos de minoria identitária, fazendo a perigosa mistura da religião com a política, colocando em risco a laicidade do Estado brasileiro.
É fato que, para que se supere a barreira da homofobia, machismo e outras desigualdades relacionadas às questões de gênero e diversidade sexual, há uma ferramenta que é fundamental: a Educação. Não apenas a educação escolar, mas sem essa, sem que os profissionais da área sejam instruídos, sem que as escolas se abram para acolher as múltiplas formas de (se) ser humano, as mudanças não serão significativas dentro de um tempo aceitável. Como profissional da área de Educação e leitora de estudos sobre o impacto desse instrumento nos avanços e retrocessos sobre as discussões desse assunto, afirmo que urge que as discussões sobre gênero e diversidade sexual precisam acontecer urgentemente nas redes de Educação e nas escolas.
Acredito na escola como possível ferramenta para alavancar discussões, abrir brechas, acolher, dar visibilidade às diferentes formas de ser, como espaço onde se fomenta alternativas de inclusão, onde se legitima representatividade. Para isso é preciso coragem para quebrar paradigmas, caso contrário, o espaço escolar será reprodutor da opressão que já ocorre fora dos muros da escola.
Voltando ao colorido das redes sociais, aproveito a afirmação de algumas pessoas de que trata-se de modismo, de uma cópia de uma ideia de estadunidenses, que não houve uma manifestação quando o
casamento homoafetivo foi legitimado no Brasil. Quero acreditar que a adesão significativa é uma reação daqueles que não estão satisfeitos com os retrocessos defendidos pelos fundamentalistas, que desconsideram as diversas formas de ser e se relacionar existentes. Essa reação, que enxergo como positiva, me faz acreditar ainda mais no papel da Educação nesse processo. Se um dia alguém aprendeu a odiar alguém pelas suas diferenças, creio que também é possível aprender a amar (ou, no mínimo, respeitar) apesar delas. Como afirmou o grande líder Nelson Mandela, “...para odiar, as pessoas precisam aprender a odiar, e se elas podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar, porque o amor chega mais naturalmente ao coração do homem do que o seu oposto.”
É fato que, para que se supere a barreira da homofobia, machismo e outras desigualdades relacionadas às questões de gênero e diversidade sexual, há uma ferramenta que é fundamental: a Educação. Não apenas a educação escolar, mas sem essa, sem que os profissionais da área sejam instruídos, sem que as escolas se abram para acolher as múltiplas formas de (se) ser humano, as mudanças não serão significativas dentro de um tempo aceitável. Como profissional da área de Educação e leitora de estudos sobre o impacto desse instrumento nos avanços e retrocessos sobre as discussões desse assunto, afirmo que urge que as discussões sobre gênero e diversidade sexual precisam acontecer urgentemente nas redes de Educação e nas escolas.
Acredito na escola como possível ferramenta para alavancar discussões, abrir brechas, acolher, dar visibilidade às diferentes formas de ser, como espaço onde se fomenta alternativas de inclusão, onde se legitima representatividade. Para isso é preciso coragem para quebrar paradigmas, caso contrário, o espaço escolar será reprodutor da opressão que já ocorre fora dos muros da escola.
Voltando ao colorido das redes sociais, aproveito a afirmação de algumas pessoas de que trata-se de modismo, de uma cópia de uma ideia de estadunidenses, que não houve uma manifestação quando o
casamento homoafetivo foi legitimado no Brasil. Quero acreditar que a adesão significativa é uma reação daqueles que não estão satisfeitos com os retrocessos defendidos pelos fundamentalistas, que desconsideram as diversas formas de ser e se relacionar existentes. Essa reação, que enxergo como positiva, me faz acreditar ainda mais no papel da Educação nesse processo. Se um dia alguém aprendeu a odiar alguém pelas suas diferenças, creio que também é possível aprender a amar (ou, no mínimo, respeitar) apesar delas. Como afirmou o grande líder Nelson Mandela, “...para odiar, as pessoas precisam aprender a odiar, e se elas podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar, porque o amor chega mais naturalmente ao coração do homem do que o seu oposto.”
Lisieux: Distrito órfão está disponível para adoção!
Arrastão em Lisieux: Já são em torno de 50 celulares e várias motos tomadas.
Greve nas universidades estaduais, os Ferreira Gomes e outras coisas
Braguinha, Prefeito Tóxico: A favor da Exploração da mina de Itataia.
FISCALIZE o seu Nome
Com calote e dívidas, fabrica de Lisieux leva esperança num caminhão.
Joel e Cerinha, pra vereador eles não....... 


