3 pares de sapatos pagam o salário de um mês de um operário calçadista quiteriense, eles fabricam em média 10 por dia.
A Democrata quiteriense não é em si o problema, tampouco entremos no mérito do salário ou do mais-valia extraído do trabalho do quiteriense, o que nos chama a atenção é as condições de trabalho em que estão submetidos os trabalhadores calçadistas.
Relatos contam sobre injúrias, ameaças de desligamento, assédio e exploração do trabalho através de horas-extras mal pagas ou não pagas.
Essa forma de tratamento é responsável por diversos problemas profissionais, psicóticos, políticos, sociais e familiares.
Um dia de trabalho exaustivo é suficiente para perder a paciência com os filhos e parceira. É asfixiante não poder se interessar pela escola do filho, pelas decisões dele e demais assuntos domésticos, tomados quase sempre de "cabeça quente". O filho, que ironia, não pode usar o sapato que o pai ou sua mãe costurou.
Quase sempre aquele que lucra com o trabalho do operário janta em paz e põem seus filhos na
melhor escola, viajam e compram roupas caras e gastam furtivamente o dinheiro que não suaram para obter.
Ruim com ele, pior sem ele? Na verdade, pode ser melhor, pode ser verdadeiramente digno trabalhar quando fazemos isso para nosso crescimento, é necessário fábricas democráticas e não democrata.
É preciso que cada operário, filho de operário tome essa missão de se conscientizar e conscientizar para a importância do sindicato nas reinvindicações de melhores condições de trabalho.
Lisieux: Distrito órfão está disponível para adoção!
Arrastão em Lisieux: Já são em torno de 50 celulares e várias motos tomadas.
Greve nas universidades estaduais, os Ferreira Gomes e outras coisas
Braguinha, Prefeito Tóxico: A favor da Exploração da mina de Itataia.
FISCALIZE o seu Nome
Com calote e dívidas, fabrica de Lisieux leva esperança num caminhão.
Joel e Cerinha, pra vereador eles não....... 


