Hoje na cidade de Crateús, fizemos um ato em repúdio aos 50 anos do golpe militar. Na verdade, percebe-se que vivemos em uma ditadura disfarçada de democracia e que poucas coisas mudaram depois desse período turbulento da nossa história. Mudaram apenas os papeis, modificaram apenas as nomenclaturas, instituíram aquilo que relaciona-se com o capital e com os seus interesses pessoais.
Houveram alguns avanços, mas vivemos em uma sociedade que é reflexo da ditadura militar e de outros períodos totalitários. Esses reflexos mostram-se através do machismo, racismo, sexismo, homofobia, intolerância, violência, conservadorismo e de qualquer moral vigente que nega a existência de pessoas reais. Saímos as ruas e mesmo em uma quantidade inferior, fomos capazes de mostrar para a sociedade que ainda existem pessoas que lutam por um mundo melhor, mesmo enfrentando os aparelhos ideológicos do Estado. Fomos as ruas para lembrar as pessoas do nosso passado histórico.
Lembrar-lhas que várias outras foram mortas e torturadas em nome da moral, do nacionalismo e dos bons costumes. Descobre-se que vivemos em um fascismo, quando a polícia é capaz de destinar as suas tropas e recrutar as suas forças para enfrentar um grupo pequeno que nas ruas gritava: "Democracia sanguinária, sua força não nos cala."
Houveram alguns avanços, mas vivemos em uma sociedade que é reflexo da ditadura militar e de outros períodos totalitários. Esses reflexos mostram-se através do machismo, racismo, sexismo, homofobia, intolerância, violência, conservadorismo e de qualquer moral vigente que nega a existência de pessoas reais. Saímos as ruas e mesmo em uma quantidade inferior, fomos capazes de mostrar para a sociedade que ainda existem pessoas que lutam por um mundo melhor, mesmo enfrentando os aparelhos ideológicos do Estado. Fomos as ruas para lembrar as pessoas do nosso passado histórico.
Lembrar-lhas que várias outras foram mortas e torturadas em nome da moral, do nacionalismo e dos bons costumes. Descobre-se que vivemos em um fascismo, quando a polícia é capaz de destinar as suas tropas e recrutar as suas forças para enfrentar um grupo pequeno que nas ruas gritava: "Democracia sanguinária, sua força não nos cala."
Por Italo Oliveira.
Lisieux: Distrito órfão está disponível para adoção!
Arrastão em Lisieux: Já são em torno de 50 celulares e várias motos tomadas.
Greve nas universidades estaduais, os Ferreira Gomes e outras coisas
Braguinha, Prefeito Tóxico: A favor da Exploração da mina de Itataia.
FISCALIZE o seu Nome
Com calote e dívidas, fabrica de Lisieux leva esperança num caminhão.
Joel e Cerinha, pra vereador eles não....... 


Tem q voltar a ditadura só assim tira todos esses vagabundo do poder que só roubam e não fazem nada.
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