Trago hoje um exemplo de autonomia, expírito de revolução e luta por direito, mas também de revolta e abuso de poder. Que você reflita e compreenda a importancia de seu papel na sociedade e a força da mobilização e da união na busca da democracia e da dignidade.
Meu nome é Edson Luís de Lima Souto, nasci em Belém, 24 de fevereiro de 1950, sou estudante secundarista, provido de uma família pobre, iniciei meus estudos na Escola Estadual Augusto Meira em Belém, no Pará. Mudei-me para o Rio de Janeiro para fazer o segundo grau no Instituto Cooperativo de Ensino, que funcionava no restaurante Calabouço. Em 28 de março de 1968, os estudantes do Rio de Janeiro estavam organizando uma passeata relâmpago para protestar contra a alta do preço da comida no restaurante Calabouço, que deveria acontecer no final da tarde do mesmo dia.
Por volta das 18 horas, a Polícia militar chegou ao local e dispersou os estudantes que estavam na frente do complexo. Os estudantes se abrigaram dentro do restaurante e responderam à violência policial utilizando paus e pedras. Isso fez com que os policiais recuassem e a rua ficasse deserta. Quando os policiais voltaram, tiros começaram a ser disparado do edifício da Legião Brasileira de Assistência, o que provocou pânico entre os estudantes, que fugiram.
Os policiais acreditavam que os estudantes iriam atacar a Embaixada dos Estados Unidos e acabaram por invadir o restaurante. Durante a invasão, o comandante da tropa da PM, aspirante Aloísio Raposo, atirou-me com um tiro a queima roupa no peito.
Temendo que a PM sumisse com o meu corpo, meus companheiros não permitiram que eu fosse levado
para o Instituto Médico Legal (IML), e me carregaram em passeata diretamente para a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, onde eu fui velado. No período que se estendeu do velório até a missa da Igreja da Candelária, realizada em 2 de abril foram mobilizados protestos em todo o país.
Em São Paulo, quatro mil estudantes fizeram uma manifestação na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Também foram realizadas manifestações no Centro Acadêmico XI de Agosto, da Faculdade São Francisco, na Escola Politécnica da USP e na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Por volta das 18 horas, a Polícia militar chegou ao local e dispersou os estudantes que estavam na frente do complexo. Os estudantes se abrigaram dentro do restaurante e responderam à violência policial utilizando paus e pedras. Isso fez com que os policiais recuassem e a rua ficasse deserta. Quando os policiais voltaram, tiros começaram a ser disparado do edifício da Legião Brasileira de Assistência, o que provocou pânico entre os estudantes, que fugiram.
Os policiais acreditavam que os estudantes iriam atacar a Embaixada dos Estados Unidos e acabaram por invadir o restaurante. Durante a invasão, o comandante da tropa da PM, aspirante Aloísio Raposo, atirou-me com um tiro a queima roupa no peito.
Temendo que a PM sumisse com o meu corpo, meus companheiros não permitiram que eu fosse levado
para o Instituto Médico Legal (IML), e me carregaram em passeata diretamente para a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, onde eu fui velado. No período que se estendeu do velório até a missa da Igreja da Candelária, realizada em 2 de abril foram mobilizados protestos em todo o país.
Em São Paulo, quatro mil estudantes fizeram uma manifestação na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Também foram realizadas manifestações no Centro Acadêmico XI de Agosto, da Faculdade São Francisco, na Escola Politécnica da USP e na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
"Mataram um estudante. E se fosse seu filho?".
"Bala mata fome?"
"Os velhos no poder, os jovens no caixão"
“Brasil, ame-o ou deixe-o”
“Eis aqui a democracia Podre”
Essas são reflexões que deixo para que pensem e comentem, expressando sua opinião!
"Bala mata fome?"
"Os velhos no poder, os jovens no caixão"
“Brasil, ame-o ou deixe-o”
“Eis aqui a democracia Podre”
Essas são reflexões que deixo para que pensem e comentem, expressando sua opinião!
Lisieux: Distrito órfão está disponível para adoção!
Arrastão em Lisieux: Já são em torno de 50 celulares e várias motos tomadas.
Greve nas universidades estaduais, os Ferreira Gomes e outras coisas
Braguinha, Prefeito Tóxico: A favor da Exploração da mina de Itataia.
FISCALIZE o seu Nome
Com calote e dívidas, fabrica de Lisieux leva esperança num caminhão.
Joel e Cerinha, pra vereador eles não....... 

